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TAR para ZIP

Reempacota um arquivo .tar, .tar.gz ou .tgz como ZIP, que o Windows abre sem software extra.

10 / 10 ficheiros grátis hoje

TAR para ZIP funciona diretamente nesta página — gratuito, instantâneo e sem instalar nada. O seu lugar é em Arquivos e divisão; Extrator de arquivos (ZIP, TAR, GZIP) e ZIP para TAR respondem às perguntas mais próximas.

Como usar

  1. Abre a ferramenta — sem registo nem instalação.
  2. Introduz os teus dados ou ajusta as opções disponíveis.
  3. Obtém o teu resultado ao instante e copia-o ou descarrega-o.

Perguntas frequentes

Para que serve TAR para ZIP?

Reempacota um arquivo .tar, .tar.gz ou .tgz como ZIP, que o Windows abre sem software extra.

Em que casos se usa na prática?

Juntar vários ficheiros num só para enviar, abrir um ZIP ou um TAR sem instalar nada e cortar um ficheiro que excede um limite de anexo ou de envio em pedaços que depois se possam voltar a juntar.

Qual é o erro mais comum?

Tomar os pedaços de um ficheiro dividido por ficheiros. Um pedaço é uma fatia de bytes, não uma versão reduzida do original: não abre nada, e o conjunto só se reconstitui se todos os pedaços estiverem lá, sem renomear e por ordem. Perder um pedaço é perder o ficheiro.

Em que difere TAR para ZIP de Extrator de arquivos (ZIP, TAR, GZIP)?

Estão próximos mas respondem a perguntas diferentes. Extrator de arquivos (ZIP, TAR, GZIP): abre um arquivo ZIP, TAR ou GZIP e descarrega qualquer ficheiro lá dentro. Escolhe o que corresponde ao teu ponto de partida — ambos são gratuitos.

Existe uma ferramenta para o passo seguinte?

ZIP para TAR é o mais próximo a seguir a este: Reempacota um ZIP como .tar não comprimido, o formato esperado pela maioria das ferramentas Unix.

Que mais vale a pena ter aberto ao lado?

Criar um ficheiro TAR e Criar um ficheiro ZIP — surgem na mesma tarefa com frequência suficiente para merecerem outro separador.

De onde vêm os dados?

ZIP e TAR são formatos contentor abertos, de estrutura publicada, lidos e escritos aqui no navegador. Um contentor regista nomes, tamanhos e ordem; não regista quem o fez nem se o conteúdo é o que diz ser — o formato é um invólucro, nunca uma garantia. Os pedaços de um ficheiro dividido não registam nada: não têm cabeçalho, e só a sua ordem e a sua integralidade refazem o original.

Para saber mais

Todos os guias →
ComparaçãoZIP ou TAR: qual escolher, e porque é que isso importaUma só diferença de estrutura explica tudo o resto: o TAR não comprime, empilha; o ZIP comprime cada ficheiro por si. Medido em 60 ficheiros de código pequenos, dá 1 809 bytes contra 14 686.TutorialDividir um ficheiro grande demais para enviarO último recurso quando nada mais pode ser comprimido. Funciona, e tem três arestas: as partes não servem de nada sozinhas, a ordem é absoluta, e o megabyte que define não é o que o limite significa.ExplicaçãoPorque comprimir duas vezes não reduz duas vezes para metadeA primeira passagem tira 30 % e a segunda não tira nada. Não é uma ferramenta avariada — é a diferença entre remover redundância e remover informação, e saber qual está a fazer diz-lhe quando parar e quanto custa realmente uma segunda tentativa.TutorialUm ficheiro por separador, e o que uma divisão deixa para trásDividir um livro escreve um .xlsx por folha, com o nome do separador. Leva os valores e não as fórmulas — o comportamento certo quando se trata de enviar a um serviço o seu próprio separador.ComparaçãoUma coluna chamada «Total (€)» não pode ser um nome de elemento XMLO JSON toma o texto do teu cabeçalho como chave, exatamente tal e qual. O XML não pode — os seus nomes não admitem espaços, parênteses nem um algarismo inicial — por isso são normalizados, e saber como evita uma surpresa a jusante.ExplicaçãoO ficheiro .ods que é válido e que o teu leitor recusaO OpenDocument torna styles.xml opcional. Vários leitores exigem-no e rejeitam o documento inteiro sem ele — «Cannot find file styles.xml in zip» sobre um ficheiro que não está partido.