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Extrair os anexos de um e-mail

Retire todos os anexos de uma mensagem .eml e descarregue-os separadamente.

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Todas as ferramentas: E-mail

Extrair os anexos de um e-mail funciona diretamente nesta página — gratuito, instantâneo e sem instalar nada. Encontra-la em E-mail, com Extrair fórmulas do Excel e Extrair áudio para os casos vizinhos.

Como usar

  1. Abra a ferramenta — sem registo nem instalação.
  2. Introduza os seus dados ou ajuste as opções disponíveis.
  3. Obtenha o seu resultado ao instante e copie-o ou descarregue-o.

Perguntas frequentes

Para que serve Extrair os anexos de um e-mail?

Retire todos os anexos de uma mensagem .eml e descarregue-os separadamente.

Em que casos se usa na prática?

Ler uma mensagem exportada de uma caixa que já não tem aberta, tirar-lhe os anexos e voltar a transformar uma exportação mbox — um único ficheiro longo com uma pasta inteira — em mensagens que se abrem uma a uma.

Qual é o erro mais comum?

Ler um cabeçalho em bruto como se fosse texto. Qualquer cabeçalho pode vir codificado: um assunto com acentos chega em base64 e sai em algaraviada se for lido à letra. A armadilha gémea está no corpo — uma linha que começa por «From » não é uma separação de mensagens, e tomá-la por tal corta a mensagem ao meio sem mudar a contagem.

O que mais está arrumado ao lado?

Extrair fórmulas do Excel, Extrair áudio e Extrair as ligações de um PDF partilham a sua secção. Não são variantes desta — estar arrumado junto não é parecer-se — mas é onde procurar se afinal não era a ferramenta que queria.

De onde vêm os dados?

As mensagens são analisadas segundo as especificações do correio e do MIME, no navegador: nada é enviado para lado nenhum — o que conta mais em correio do que na maioria dos ficheiros. A separação mbox é reconhecida pela sua forma completa, remetente e data juntos, e não pelas duas palavras com que começa.

Para saber mais

Todos os guias
ExplicaçãoConverter fórmulas em valores guarda a resposta em cache, não o cálculoUm ficheiro de folha de cálculo guarda ao mesmo tempo a fórmula e a última resposta calculada pelo Excel. Retirar a fórmula deixa a resposta guardada — e deixa um vazio onde o ficheiro nunca levou nenhuma.ComparaçãoZIP ou TAR: qual escolher, e porque é que isso importaUma só diferença de estrutura explica tudo o resto: o TAR não comprime, empilha; o ZIP comprime cada ficheiro por si. Medido em 60 ficheiros de código pequenos, dá 1 809 bytes contra 14 686.ExplicaçãoNormalização de pico contra normalização de intensidade sonora, e o alvo que não se alcançaAmplificar até a amostra mais forte tocar num teto quase não muda a sensação de volume. Medir em LUFS muda. Esta ferramenta mede — em duas passagens, corretamente — e depois mostra um resultado que nunca verificou, e que em material corrente se pode afastar bem mais de um decibel.TutorialRetirar o som de um vídeo sem tocar na imagemUm só comando ffmpeg, nenhum codificador, e um resultado cujo fluxo de vídeo é byte a byte o de partida — verificado por soma de verificação. Mais a razão por que o ficheiro quase não encolhe, e a diferença entre uma faixa silenciosa e faixa nenhuma.GuiaRetirar imagens fixas de um vídeo — e porque parecem mais moles do que o vídeoTrês comandos escondem-se atrás de três botões: um fotograma num instante dado, um número fixo repartido pelo clipe, ou um a cada N segundos. Eis os argumentos exatos, o teto de 60 fotogramas e a razão por que um fotograma tirado do meio de um clipe comprimido nunca será tão nítido como um fotograma-chave.GuiaCortar e juntar áudio sem um clique na junçãoAquele estalido no ponto de edição não é uma falha do programa. É um degrau na forma de onda, e um degrau é energia de banda larga — que é a definição de um clique. Eis a aritmética, medida, e os dois sítios onde pôr um corte para que nunca aconteça.