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Conversor de odds

Converta entre odds americanas, decimais, fracionárias e probabilidade implícita, com a margem da casa.

Abre Conversor de odds e obténs uma resposta de imediato, sem criar conta. O seu lugar é em Geradores aleatórios; Gerador de cartões de bingo e Lançador de moeda respondem às perguntas mais próximas.

Como usar

  1. Abra a ferramenta — sem registo nem instalação.
  2. Introduza os seus dados ou ajuste as opções disponíveis.
  3. Obtenha o seu resultado ao instante e copie-o ou descarregue-o.

Perguntas frequentes

Para que serve Conversor de odds?

Converta entre odds americanas, decimais, fracionárias e probabilidade implícita, com a margem da casa.

Em que casos se usa na prática?

Produzir algo plausível a pedido: um nome para um animal ou um domínio, uma frase para testar uma maqueta, um cocktail com o que já há no armário, uma ficha de personagem para começar uma campanha — e as identidades descartáveis que um formulário exige antes sequer de poder ser testado.

Qual é o erro mais comum?

Deixar uma identidade gerada sair do ambiente de testes. Uma morada falsa, um número de cartão com ar válido e um nome plausível são feitos para passar as validações de um formulário, o que é exatamente o que os torna perigosos assim que se cria um registo real — e um domínio ou nome gerado continua por verificar contra uma marca que nenhum destes conhece.

O que mais está arrumado ao lado?

Gerador de cartões de bingo, Lançador de moeda e Baralhador de listas partilham a sua secção. Não são variantes desta — estar arrumado junto não é parecer-se — mas é onde procurar se afinal não era a ferramenta que queria.

De onde vêm os dados?

A aleatoriedade vem da fonte criptográfica do navegador, pelo que um identificador serve como chave. Os números de cartão cumprem Luhn e os prefixos de emissor precisamente para que um formulário de pagamento os aceite em modo de teste; não há conta nenhuma por trás.

Para saber mais

Todos os guias
TutorialComo sortear um nome sem que ninguém duvide do resultadoUm sorteio justo precisa de mais do que um número aleatório: equiprobabilidade, nenhum método enviesado e um resultado que outra pessoa possa verificar. Eis como fazer.ExplicaçãoNúmeros de cartão de teste: para que serve realmente o algoritmo de Luhn e o que não lhe pode dizerLuhn é uma soma de verificação para apanhar gralhas, patenteada em 1960, e é esse todo o seu trabalho. Um número que a passa não lhe diz nada sobre conta nenhuma. Para testar uma integração de pagamentos precisa dos números publicados pelo seu prestador, não de um gerado.GuiaQuadros de torneio: byes, cabeças de série e porque os números têm de ser potências de doisUm quadro de eliminação direta reduz a metade o seu plantel a cada ronda, portanto só fecha numa potência de dois. O número de byes, o de rondas, a ordem das cabeças de série e o total de jogos decorrem todos desse único facto — e cada um cabe numa linha.GuiaDividir pessoas em grupos justos: aleatório e justo não são a mesma exigência23 pessoas não se dividem por quatro, e uma divisão uniformemente aleatória pode entregar a um grupo todos os jogadores fortes. Eis a aritmética do resto, o custo medido do puro acaso e a correção por estratos.ExplicaçãoProbabilidades das mãos de póquer, deduzidas em vez de memorizadasCada probabilidade de mão de póquer de cinco cartas é um argumento de contagem sobre 2 598 960 mãos, e cada um cabe numa linha. Aqui estão as nove, com a verificação que as prova: as contagens têm de somar exatamente C(52,5).ExplicaçãoBaralhar é mais difícil do que parece: um milhão de execuções do baralhamento de uma linhaO baralhamento que toda a gente escreve — ordenar com um comparador aleatório — é enviesado, e não pouco. Um milhão de execuções medidas mostram oito das vinte e quatro ordens a sair o dobro das vezes das outras dezasseis.