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Calculadora de pH

Calcula o pH e o pOH de uma solução a partir da concentração de iões H⁺.

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Precisas de pH, pOH? A Calculadora de pH obtém-no a partir de Concentração [H⁺] (mol/L) num só passo. Por exemplo, com Concentração [H⁺] (mol/L) = 0 devolve pH = 4 e pOH = 10.

Como usar

  1. Introduz os teus valores: Concentração [H⁺] (mol/L).
  2. Vê o resultado ao instante: pH, pOH.
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Perguntas frequentes

O que calcula exatamente a Calculadora de pH?

Parte de Concentração [H⁺] (mol/L) para deduzir pH e pOH. O cálculo é feito à medida que escreves, por isso o resultado atualiza a cada alteração.

Que informação preciso de fornecer?

Um único valor: Concentração [H⁺] (mol/L). Não é preciso mais nada — nem conta, nem carregar ficheiros.

Podem dar um exemplo com números?

Com Concentração [H⁺] (mol/L) = 0, a calculadora devolve pH = 4 e pOH = 10. Estes números vêm desta mesma ferramenta: introduz os mesmos valores para os reproduzires.

O que acontece com valores mais altos?

Bastante. Com Concentração [H⁺] (mol/L) = 0, pH passa de 4 para 3,699 — por isso vale a pena testar vários cenários em vez de confiar num só número.

Em que casos se usa na prática?

Preparar uma solução a uma dada concentração, calcular quanto reagente uma reação precisa e converter entre massa, moles e volume.

Qual é o erro mais comum?

Confundir molaridade com molalidade. Uma é por litro de solução e a outra por quilograma de solvente; divergem à medida que a concentração sobe, e só uma é independente da temperatura.

De onde vêm os dados e quão atuais são?

As massas atómicas são os valores padrão da IUPAC. Os resultados pressupõem comportamento ideal e condições normais salvo indicação em contrário — as soluções reais desviam-se, e o trabalho de laboratório exige medição de laboratório.

Para saber mais

Todos os guias →
TutorialComo calcular o pH e quando o atalho do ácido fraco deixa de funcionarQuatro rotas para quatro tipos de solução, cada uma resolvida com números reais. Incluindo o que quase nenhuma página diz: a fórmula da raiz quadrada para um ácido fraco é uma aproximação com limite de validade, e falha sem avisar.ExplicaçãoA mesma leitura de bureta dá duas concentrações diferentes24,80 mL de titulante 0,1 M em 25,00 mL de analito dão 0,0992 M — ou 0,0496 M se o analito libertar dois protões. A estequiometria escreve-se, não se mede.ExplicaçãoUm tampão mantém o pH por uma razão, pelo que diluir não muda nadaEm partes iguais, um ácido fraco e a sua base conjugada dão pH = pKa exatamente, a qualquer concentração. O sangue aplica a mesma equação a 20:1 e dá 7,40.ExplicaçãoUma absorvância de dois significa que passa um por cento da luz6.220 M⁻¹cm⁻¹ a 100 µM em 1 cm dão A = 0,622, e emerge 23,9 % da luz. Duplica o percurso e A duplica para 1,244 — a escala é logarítmica, e é aí que parte.ExplicaçãoA pressão osmótica conta partículas, não moléculas0,15 M de um sal que se parte em dois e 0,30 M de um soluto que não se parte dão as mesmas 7,64 atmosferas. Só o número de partículas chega à membrana.ExplicaçãoA molaridade é por litro de solução, não por litro de água0,5 mol em 2 litros dão 0,25 mol/L. Os dois litros têm de ser a solução acabada — juntar o soluto a dois litros de água dá outra coisa, e o rótulo ficará errado.
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