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Camille Laurent

Camille Laurent

Redatora de Finanças na OneKitly

Finanças pessoais e fiscalidade, imobiliário, contas de empresa e indicadores de marketing

Camille passa mais de uma década a transformar dúvidas de dinheiro em guias claros — orçamentos domésticos e impostos primeiro, depois os números de que vivem uma empresa, um senhorio ou uma equipa de marketing: covenants e rácios de cobertura, rentabilidades de arrendamento e emolumentos, custo de aquisição e valor ao longo da vida. Cada número dos seus artigos remete para o instrumento que o fixa, com o ano aplicável.

Especialidades

  • Fiscalidade
  • Finanças pessoais
  • Imobiliário
  • Contabilidade de empresa
  • Marketing

Percurso

  • Escreve desde 2015
  • 280 guias publicados no OneKitly
  • dos quais 117 em finanças
  • 1067 fontes citadas
  • de 336 editores distintos
  • Publica na OneKitly desde 1 de maio de 2025

Como Camille trabalha

Nos temas fiscais e financeiros, Camille parte de fontes institucionais e dos próprios diplomas legais, não de resumos em segunda mão. Os montantes, limiares e taxas são datados para indicar claramente a que período se aplicam, e um número que muda todos os anos fica ligado ao ano correspondente em vez de ficar sem referência.

Artigos de Camille Laurent

Os seus temas

Guias publicados sob esta assinatura em cada secção. Cada ligação abre a secção completa, com todos os redatores.

Últimas publicações

· 4 min de leitura

De quinze em quinze dias e duas vezes por mês não é o mesmo

Sobre 52.000 € por ano, um pagamento de quinze em quinze dias é de 2.000 € e um duas vezes por mês de 2.166,67 €. O segundo parece 8,33 % melhor e paga exatamente o mesmo — porque há 26 dos primeiros e 24 dos segundos.

· 4 min de leitura

A diferença entre margem de caixa e margem líquida é o sinal

500.000 € de tesouraria de exploração sobre 2 M€ de vendas são 25 % de margem de caixa contra 15 % de margem líquida — dez pontos de folga. A mesma empresa com 100.000 € marca 5 % contra 15 %, e esses são dez pontos de aviso.

· 4 min de leitura

O rácio de Treynor só vale o que valer o seu beta

Oito pontos de rendibilidade excedentária sobre um beta de 1,2 dão 6,67. Muda o beta para 0,6 e a mesma carteira marca 13,33 — o número mexe-se inteiramente sobre uma estimativa.

· 4 min de leitura

Fazer crescer uma empresa que ganha menos do que custa o seu capital

5 milhões de resultado operacional sobre 20 milhões de capital empregue dão 25 % de rendibilidade. Face a um custo de capital de 8 % o diferencial é de 17 pontos; a 6 % de rendibilidade seria de −2, e cada euro investido a mais destruiria valor.

· 3 min de leitura

Um balanço, três rácios, e só um tem teto

500.000 de passivos contra 1.200.000 de ativos dão 41,7 % de dívida, 58,3 % de capitais próprios e um rácio dívida-capitais de 0,71. O terceiro dispara para o infinito quando os capitais próprios se desvanecem; o primeiro não pode passar dos 100 %.

· 3 min de leitura

A margem operacional é a única que compara duas empresas

60.000 de resultado operacional sobre 200.000 de volume de negócios dão 30 %. Fica entre uma margem bruta que depende da política contabilística e uma margem líquida que depende da dívida e dos impostos.

· 3 min de leitura

A margem bruta é o teto de todas as outras margens

200.000 de volume de negócios menos 120.000 de custo das vendas dão 80.000 de lucro bruto e 40 % de margem. Tudo o que a empresa gasta depois sai desses 80.000 — e de mais lado nenhum.

· 3 min de leitura

A margem mais citada é a menos comparável

50.000 de resultado líquido sobre 200.000 de volume de negócios dão 25 %. Duas empresas idênticas podem mostrar 22,5 % e 15 % sobre as mesmas operações, com toda a diferença a vir do seu financiamento.

· 3 min de leitura

Tirar 20 % é uma divisão, não uma subtração

Um preço de 120 com 20 % de imposto incluído tem uma base de 100, não de 96. Subtrair 20 % do total é o erro de faturação mais comum, e erra sempre no mesmo sentido.

· 3 min de leitura

Um DSCR de 1,25 é o colchão do credor, não o teu

150.000 de rendimento operacional líquido contra 120.000 de serviço da dívida dão uma cobertura de 1,25 — o limiar habitual. Significa também que uma queda de 20 % nos rendimentos apaga a cobertura por inteiro.

· 3 min de leitura

O 12 que se torna 44, e ninguém levou mais de metade

Fabricar por 12, vender por grosso com 40 % de margem e deixar 55 % ao retalhista põe o artigo na prateleira a 44,44 — 3,7 vezes o seu custo, com duas margens de aparência razoável.